terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Wendy com ciumes do Enzo, já?

Achei que seria meio que lorota da veterinária,
que a Wendy estava muito doente, pq se nega a comer,
só dorme, não me da atenção...

Maaas cada vez acredito mais em ciumes!
Sim, ela mudou da água para o vinho...

Fui conversar com a veterinária, ela disse que cada
vez mais a Wendy vai tentar me chamar atenção...

Pode?

Além de lidar com as mudanças da gravidez preciso aprender
a lidar com os ciumes da Wendy rsrs
E como amo ela, jamais vou conseguir excluí-la...
Teve gente que teve CORAGEM de dizer
que eu precisava doar ela rsrs
Quem sabe deixar só no quintal abandonada...

NUNCA

Amo demais!!!!

Cão e a primeira gravidez – O que fazer?

O que fazer com o cão quando a dona fica grávida pela primeira vez?

A situação é, geralmente, estressante para a futura mãe. Mas, na realidade, pode ser o prenúncio de muita diversão e felicidade para toda a família. Basta administrá-la com lógica, sem preconceitos, e adotar atitudes baseadas não no ponto de vista humano, mas sim no ponto de vista do cão.

Ficar com o cão

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Induza o cão a cheirar sua barriga: os ouvidos sensíveis dele perceberão que algo está vivo dentro de você
Ao se tornar grávida, não ceda às primeiras sugestões de doar o seu cão (Gente, eles também tem vida e foram seus companheiros por anos, não doem ele, eles sofrem muito!). Muito menos o isole. Dirão que cachorro e bebê não dão certo, que é perigoso, que o cão transmite doenças. Quanta falta de informação! Quem chega da rua e não lavar as mãos e o rosto é um vetor (condutor) de infecções e moléstias pior que qualquer animal doméstico.

Nos períodos pré-natal, neonatal e pós-natal, que são distintos para o cão, não mude a rotina dele. (lembre-se: ele era o “bebê” da casa quando chegou – era ou não era? Siiiim).

Faça a chegada do novo membro da família e a presença dele serem vantajosas para o cão e o interesse dele. Para tanto, é importante sempre “raciocinar” como cão. Ele é sensível, seja filhote, seja adulto ou velhinho. Dependendo da idade dele, aja de forma ligeiramente diferente. Permito-me a construir um “teatrinho”, que chamarei de “Os três monólogos de cães”. Um filhote diria, entre pulinhos (principalmente nas pernas da dona): “Oba! Vou ter companhia pra brincar. Isso aí é coisa boa! Vim dar uma cheiradinha na roupa dele e já ganhei um biscoito extra”. O adulto “diria”: Bem… Temos movimento diferente aqui. Mas pelo jeito dos meus donos, deve ser coisa boa. Vamos esperar e ver o que é”. E o velhinho, num “resmungo”, meio incomodado (próprio de velhinhos…): “Sei lá o que “ta” acontecendo. Se vier mexer comigo dou uns resmungos, uns rosnados… Acho que até uns latidinhos e mordidinhas… Mas, não, não acho que meus donos me conhecem bem… Ninguém vai se meter muito comigo”.

Quando conseguimos entender essas atitudes, entendemos o cão dentro das “regras” dele. Um pouco como os humanos: “Se me tratarem bem, tudo ok…”. Regra de jogo do behaviorismo mais simples.

Preparativos

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Não esconda o bebê: controle o contato entre os dois.
É muito importante que o cão seja levado para uma verificação do estado geral de saúde dele (a Wendy é bem cuidada, vacinada, desverminada, mais limpa que muito HUMANO). As poucas afecções que seriam transmissíveis são facilmente percebidas pelo veterinário e tratáveis, deixando o cão em perfeitas condições de convívio com os da casa e, em especial, com o bebê, cuja imunidade neonatal é incipiente.

Quanto à obediência, a quem o cão “ouve” melhor? Se não for a um dos donos, um adestrador que conheça condicionamento operante e que saiba usar o “clicker” poderá ajudar o cão a reconhecer quem são os “alfas” da casa.

Não se iluda. Seu cachorro sabe muito bem, intuitivamente, que tem gente nova chegando. Ele deve ser familiarizado com os novos sons, odores, e visões que terá com a vinda do bebê, nas semanas que antecedem a chegada. Isso inclui tudo que estará associado ao mais novo integrante da família: mobiliário, ambientes, roupas, loções e cremes.
O espaço “quarto de bebê” deve ser aberto ao cão, com supervisão e regras relativas a quando ele pode entrar. Não é aconselhável que o quarto se torne uma área proibida. Aos que alegarem alergias, diga que estudos internacionais já mostraram que, quanto mais cedo for o contato da criança com animais, menor a probabilidade de ela desenvolver problemas respiratórios. A menos que o bebê nasça alérgico e seja diagnosticado como tal ( a Wendy já adora passear pelo quarto do Enzo, eles vão ser ótimos amigos).

É bom fingir trocar fraldas numa boneca na presença do seu cão, para ele se acostumar. Isso é importante. Dependendo do apego que o cão vier a desenvolver com o bebê, vai “defendê-lo” de qualquer perigo, pois a natureza ensinou a ele que o bebê “filhote” humano é a parte mais fraca do conjunto.

Induza seu cão a cheirar as futuras roupinhas do bebê. Se ele não se encostar nelas, prêmio para ele e palavras de carinho e aprovação.

Leve o cão a casas que tenham bebês (bebê de colo a Wendy não extranha, mas ainda protege... Agora crianças ela ODEIA, ela é muito geniosa, odeia gente correndo atrás dela), para que ele sinta o cheiro de crianças, aquele odor especial de bebê. Ele também se familiarizará com diferentes choros – de fome, de dor de barriga, de sono e até, simplesmente de manha.

Peça roupinhas dos filhos dos seus amigos antes de serem lavadas, para o cão cheirar. Isso inclui a roupinha de cama. O suor de um bebê recém-nascido tem odor característico. Lembre-se que os cães são farejadores naturais e que, quando procuram identificar logo pelo cheiro, são capazes de distinguir centenas de nuances, enquanto os humanos detectariam umas quatro ou cinco.

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Educar os dois: o cão pode ser à prova de crianças e a criança para ser à prova de cães.
Faça também o seu bebê, enquanto estiver ainda sendo gestado, ouvir os latidos do cão. Quando ele latir como normalmente faz, fique perto dele. Se os latidos forem exagerados, fora dos padrões usuais, diga-lhe um “não” firme, mas sem gritar, para não assustar o bebê.

Sempre que tiver um tempinho, chame o cão, sente num sofá, acaricie-o e induza-o a cheirar sua barriga. Os ouvidos exatamente sensíveis dele vão perceber, que dentro de você, algo está vivo.

Faça um grande esforço para não mudar a rotina do cão. Se agora não dá para continuar a levar o cachorro para passear, consiga outra pessoa para levá-lo, mas não deixe que ele pare de andar. Peça a amigos que venham visitá-lo, para que ele se sinta, ainda, o centro de atenção. Não esqueça de acariciar o cão sempre que possível. Reafirme que você gosta dele.

Fonte: http://www.clubeshihtzu.com.br/todas/materias/cao-e-a-primeira-gravidez-o-que-fazer

(Meninas e Meninos, não esqueçam os animais sentem dor como e gente, ensinem seus bebês a não maltratá-lo, pq criança que bate em animal não é bonito... E o animal pode querer se defender e morder ou arranhar seu bebê... E daí o coitado que vai ser culpado...)


Diga não a violência contra animais!

22.01.12

7 comentários:

Ju Silva disse...

Putz, que legal esse post.
Tenho uma bebezinha de quatro patas que tá num dengo só, mas ela lambe minha barriga qdo eu digo pra ela dar um beijo na Laurinha, tudo que compramos para a bebê dou p ela cheirar, tomara que ela aceite a Laura como o neném da casa :)

Futura mãmã disse...

Digo nao mesmo!!!
Tadinha com ciume...realmente animais entendem tudo. Beijo

Bruna A. Rolemberg disse...

oooo gente que fofura kkkk...
Eu tenho dois cachorros e sei que eles vão sofrer de ciumes quando eu engravidar.


Beijos

MARIA FERNANDA disse...

amore, eu tb tenho uma cachorrinha mas a minha ficou foi com raiva de mim...ela não quer saber de mim, só fica com meu marido. quando ele sai de casa ela só dorme. e eu tenho medo por que ela nunca gostou de crianças. mas mesmo assim nunca jamais doaria ela....

Mima disse...

Não tenho animal de estimação, mas tb digo NÃO a violência contra animais!!
Todas minhas amigas q tem cão souberam lidar direitinho com ele e com a maternidade, só 1 amiga q tinha gatos q deu qdo estava perto de pari.

bjos,

Mima disse...

Não tenho animal de estimação, mas tb digo NÃO a violência contra animais!!
Todas minhas amigas q tem cão souberam lidar direitinho com ele e com a maternidade, só 1 amiga q tinha gatos q deu qdo estava perto de pari.

bjos,

Rose disse...

Aaaaaaaaaadorei o post....muito bem explicadinho....e de fato...muitos caezinhos....ficam assim mesmo com a chegada do bebe...rsrs mas não podemos despreza-los, só porque engravidamos...a atenção tem q ser a mesma...afinal....foi ele quem em muito momentos...nos acalentou com seu carinho sem pedir nada em troca.
Adorei amiga....e ó...obrigada pelo carinho e pelo comentario lá em meu blog. bjussss